Aposentadoria, quem disse que podemos pendurar as chuteiras?

Não, isso não é mais possível e nem desejável.

Aposentáveis ou aposentados tem muito a fazer ainda e, com o advento de novos remédios, tecnologias e estilo de vida, que alteram sensivelmente a expectativa de vida, temos muito a desejar, a fazer e a contribuir.

Em minhas palestras costumo indicar como leitura obrigatória o livro ‘Aposentadoria é para os Fracos’ de Ricardo Neves.

 

Estudos demográficos comprovam que as pessoas que nasceram na década de 1960 estão ganhando pelo menos mais vinte anos de expectativa de vida. Com isso, a visão que temos da velhice e da aposentadoria precisa mudar. Longe de estarem caminhando para se tornarem os ‘vovôs’ e as ‘vovós’ de antigamente, os indivíduos que estão na casa dos 40 e dos 50 têm a chance de ser a primeira geração a causar uma ruptura na relação do trabalho diário e da aposentadoria. Através do conceito da Economia do Conhecimento, o autor demonstra que, no futuro, o trabalho físico será reduzido ao mínimo e a experiência e capacidade de pensar de forma criativa e ousada serão as maiores valias no ambiente profissional.

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